5-aeroporto-de-congonhasHistórico / Algumas informações:

O nome Aeroporto de Congonhas é uma homenagem ao Visconde de Congonhas do Campo, Lucas Antônio Monteiro de Barros (1823-1851), primeiro governante da Província de São Paulo após a Independência do Brasil (1822). Congonhas é o nome de um tipo de erva-mate muito comum em Minas Gerais, na região onde se situa Congonhas do Campo, cidade natal de Monteiro de Barros.

O Aeroporto de Congonhas foi planejado em 1936, depois que uma enchente do Rio Tietê alagou e interditou por vários meses o Aeroporto do Campo de Marte. A construção de um novo aeroporto foi a solução para o problema.

A área onde Congonhas está localizado foi escolhida por suas condições naturais: visibilidade, drenagem e terreno desocupado e plano, que permitiria a construção de quatro pistas. Além disso, naquela época, estar bastante distante do centro urbano.

Em 1981, a administração do Aeroporto passou a ser responsabilidade da Infraero. Desde então, ampliações e reformas foram feitas, tanto no terminal de passageiros como nas pistas e pátios, para elevar a eficiência operacional do aeroporto.

Em 1990, Congonhas tornou-se o aeroporto mais movimentado do país. Desde então, o fluxo de passageiros e aeronaves cresceu sistematicamente, o que tornou necessário reformá-lo para atender ao aumento da demanda.

Com obras constantes para atender melhor ao público, o Aeroporto de Congonhas sofreu reformas internas e externas nos últimos anos. Com elas modernizou seu terminal de passageiros, renovou as pistas de pouso e decolagem, criou novo estacionamento e ainda alterou o acesso ao aeroporto.

Em janeiro de 2008, a Infraero concluiu a passagem subterrânea que liga a Avenida Washington Luís ao acesso viário do terminal de passageiros e do estacionamento do Aeroporto de Congonhas.

Essa obra elimina o farol do cruzamento promovendo a melhoria no trânsito da região do aeroporto. Segundo estimativa da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET), 1.800 veículos/hora passam pelo local com destino ao aeroporto.

Na primeira fase do projeto foram colocadas em operação parte das novas salas de embarque/desembarque e oito pontes de embarque, equipamento que ainda não existia em Congonhas. Para interligar o piso térreo ao primeiro andar, foram acrescentados elevadores e escadas rolantes. A área total das salas de embarque aumentou de 2.950 metros quadrados para 7.100 metros quadrados.

As novas pontes de embarque permitem o embarque dos passageiros diretamente nas aeronaves, eliminando o tráfego de passageiros no pátio de manobras. Nos casos em que não é possível o embarque pelas pontes, os passageiros são transportados em ônibus até as aeronaves.

A segunda fase do projeto contemplou a construção de quatro novas pontes de embarque, totalizando 12 pontes. Foram, também, acrescentados novos elevadores, escadas rolantes e posições de check-in. Além disso, será realizada uma reforma nas áreas do saguão central e uma revitalização da fachada do aeroporto.

As salas de embarque e desembarque foram novamente ampliadas, totalizando, respectivamente, 9.300 metros quadrados e 5.238 metros quadrados de área. O Sistema Viário Interno de Congonhas foi remodelado, reorganizando o fluxo de veículos que se dirigem ao aeroporto em vias separadas.

Em dezembro de 2005 entrou em operação parte do edifício-garagem. Com 60 mil metros quadrados, o edifício passou a ter capacidade para 3.400 mil vagas quando antes disponibilizava 1.200 vagas. O edifício tem cinco pavimentos, três dos quais subterrâneos, com 2.550 vagas cobertas e 850 vagas descobertas.

Foi entregue, no segundo semestre de 2006, uma nova área de desembarque e a obra de remodelação do Sistema Viário Interno de Congonhas, que reorganiza o fluxo de veículos em direção ao aeroporto para as áreas de embarque e desembarque através da criação de vias exclusivas para cada um dos dois setores do terminal de passageiros.

A nova sala de desembarque fica no piso térreo de Congonhas, na ala sul do terminal de passageiros, no local onde até 2005 funcionavam duas pequenas salas de desembarque. A ala sul está recebendo outros acréscimos durante esta segunda fase das obras de modernização do terminal de passageiros do Aeroporto de Congonhas. A nova edificação que compõe a ala sul terá dois pavimentos e um subsolo. No subsolo, embaixo da nova sala de desembarque, passa a existir um acesso rápido e seguro, por rampa, à via de táxis e ônibus e ao edifício-garagem.

Conheça as obras nas Pistas de Congonhas:

A pista auxiliar foi construída na década de 50 e em placas de concreto. A última grande intervenção foi em 1979 quando foi efetuada uma sobreposição de camada falsa em cima das placas. Periodicamente nossas pistas passam por manutenção. A cada 15 dias iniciamos trabalhos de desemborrachamento e tratamento asfáltico nas duas pistas. Com o uso, idade e tempo, o concreto vai ficando quebradiço. Antes desta última intervenção ela apresentava defeitos na sua superfície, como trincas transversais e longitudinais e pontos de desagregação.

Na pista principal a Infraero efetuou a obra de retexturização da pista, em outubro de 2006. Esta ação que remove a borracha residual deixada na pista pelo pneu das aeronaves.

Com todas essas obras, a Infraero pretende adaptar Congonhas aos níveis de conforto e funcionalidade exigidos pelo atual fluxo de passageiros.

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