14-aeroporto-santos-dumontHistórico / Algumas informações:

No Rio de Janeiro, o transporte comercial empregando hidroaviões utilizava o atracadouro da Ponta do Calabouço. A aviação de pouso e decolagem terrestre, ainda insipiente, aproveitava o Campo de Manguinhos e os aparelhos militares da Aeronáutica e Marinha usavam, respectivamente, o chamado Campo dos Afonsos e o do Galeão.

Como grande cidade e sobretudo, na condição de Distrito Federal, o Rio de Janeiro exigia providências urgentes. Estava na hora de dispor de um Aeroporto condizente com suas necessidades. Duas áreas encontravam-se na mira: a do Calabouço, onde atracavam os hidroaviões de rotas nacionais e internacionais, e a de Manguinhos que recebia as aeronaves de pouso e decolagem.

A proposta de implantar o aeroporto no aterro do calabouço repercutiu bem, conquistando elogios de especialistas em aviação do mundo todo. As obras começaram em 1934, em terreno cedido pela Prefeitura do Distrito Federal ao Ministério da Viação e Obras Públicas.

A primeira parte dos trabalhos constituiu-se basicamente da ampliação do aterro em mais 370 mil metros quadrados. Consta até que um burrinho foi emprestado pela Prefeitura para ajudar no serviço. O projeto exigiu a construção de uma muralha de contenção e o lançamento de mais de 2,7 milhões de metros cúbicos de areia na área conquistada ao mar.

Os serviços não foram interrompidos. Hidroaviões continuavam a operar normalmente no local e o terrapleno, antes mesmo de estar concluído, já estava sendo utilizado, franqueado aos 400 metros para pequenas aeronaves. Mais tarde, em 1936, quando alcançou 700 metros, foi aberto para aparelhos de maior porte, o primeiro aeroporto civil do país era finalmente inaugurado.

Aeroporto central por localização, o Santos-Dumont perdeu, durante a década de 90, sua vocação para vôos de curta distância. Com a operação de rotas para vários destinos do Brasil, o aeroporto passou a receber um número de passageiros além de sua capacidade.

Por isso, no final de 2004, o Santos-Dumont retornou à sua condição original e passou a operar apenas vôos provenientes ou com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, além de aviação regional.


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