O GLOBO
Gol lança check-in pelo Twitter, que pode ser feito por celular
Grupo causa confusão em protesto contra deputados pró-impeachment em avião
 
JORNAL DO BRASIL
Passageiras são levadas à Polícia Federal em Brasília por confusão em avião
 
FOLHA DE SÃO PAULO
Turistas já podem entrar no Brasil com queijos e frios na bagagem
DE SÃO PAULO
A partir desta terça-feira (10), turistas e viajantes estão autorizados a entrar no Brasil com produtos de origem animal, como queijos, salames e doces de leite, na bagagem. Antes, apenas produtos de origem vegetal eram permitidos.
Os produtos devem estar em sua embalagem original de fabricação, com rótulo que possibilite sua identificação.
Com a medida, a fiscalização do trânsito internacional passa a ser direcionada a produtos de "maior risco", informa o Mapa (ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento). A decisão foi instituída pela ministra Kátia Abreu nesta terça por meio de instrução normativa.
O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa Luis Rangel diz que a falta de regulamentação impedia o ingresso dos produtos no país.
"Fizemos o alinhamento aos procedimentos internacionais de trânsito de bagagens. Isso não trará nenhum prejuízo para a defesa agropecuária."
A fiscalização em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais é feita pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Mapa.
PRODUTOS LIBERADOS
Os produtos que estão autorizados se dividem nos seguintes grupos:
> Produtos cárneos industrializados destinados ao consumo humano (esterilizados comercialmente, cozidos, extratos ou concentrados de carne etc);
> Produtos lácteos industrializados (doce de leite, leite em pó, manteiga, creme de leite, queijo com maturação longa, requeijão etc);
> Produtos derivados do ovo (ovo em pó, ovo líquido pasteurizado, clara desidratada etc);
> Pescados (salgado inteiro ou eviscerado dessecado, defumado eviscerado, esterilizado comercialmente);
> Produtos de confeitaria que contenham ovos, lácteos ou carne na sua composição;
> Produtos de origem animal para ornamentação.
 
O ESTADO DE SÃO PAULO
Mulheres que fizeram manifestação pró-Dilma hostilizam deputados em avião e são presas
 
CORREIO BRAZILIENSE
Polícia Federal intervém após protestos dentro de aeronave no aeroporto JK
 
JORNAL DA GLOBO
Aeroportos querem adiar prazo para pagar outorgas importantes
 
CBN
Protesto de taxistas bloqueia entrada para o Aeroporto de Congonhas
 
BOM DIA RN
Aeroporto de Mossoró continua interditado para voos comerciais
 
JORNAL DO ALMOÇO
Pelo quarto dia, operação padrão no aeroporto de Florianópolis gera filas
 
PANROTAS
Voo da Ethiopian para o Brasil voltará a ter escala
Aeroporto de Goiânia dobra capacidade de passageiros
Avianca Brasil anuncia novo voo entre SP e Recife
 
MERCADO E EVENTOS
Governo libera que turistas entrem no país com salame, queijos e doce de leite
Ethiopian Airlines retoma escala em Tomé em voos com saídas de Guarulhos
United Airlines reduz capacidade em mais de 7% para a América Latina
Qatar Airways corta voos e culpa Airbus por falta de aeronaves; veja rotas afetadas
Avianca anuncia mais um voo diário entre Recife e SP na alta temporada
 
JORNAL DE TURISMO
Azul amplia para cinco o número de voos semanais a Lisboa
Avianca terá mais um voo diário entre São Paulo e Recife
 
VALOR
Bancos projetam lucro para Gol no 1º tri
Por João José Oliveira | De São Paulo
A Gol deve apresentar hoje, após o pregão da bolsa, o primeiro lucro líquido trimestral desde dezembro de 2011. O resultado, referente ao primeiro trimestre deste ano, deve-se à valorização do real ante o dólar nesse período, à redução da capacidade feita pela companhia e ao aumento de receitas extras, projetam bancos.
A média apurada a partir das projeções feitas pelos analistas do Morgan Stanley, Itaú BBA e J .P. Morgan projeta para a Gol encerrar o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 323,4 milhões. No mesmo período do ano passado, a última linha do balanço havia sido negativa em R$ 704,6 milhões.
A previsão mais otimista para o lucro da Gol é do J.P. Morgan, com o ganho de R$ 385,3 milhões; a mais conservadora é a do Morgan Stanley, de R$ 195 milhões.
Para a receita líquida, as três casas projetam entre R$ 2,511 bilhões (Morgan Stanley) e R$ 2,583 bilhões (Itaú BBA) - a média é de R$ 2,559 bilhões, valor 2,16% superior à receita líquida apurada entre janeiro e março de 2015.
Já para o lucro operacional apurado antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing (Ebtidar), os números variam de R$ 454,1 milhões (J.P. Morgan) a R$ 639 milhões (Morgan Stanley), com média de R$ 532,4 milhões, ou 13,54% superior ao desempenho de um ano antes.
Os analistas apontam que a variação cambial terá peso relevante na melhora do balanço trimestral da Gol. Entre o fim de dezembro de 2015 e 31 de março deste ano, a cotação do real ante o dólar subiu de R$ 3,5589 para R$ 3,9048 em fim de período, com alta de 9,72%.
Como cerca de 80% dos compromissos de dívida da Gol - que somaram R$ 17 bilhões em dívida bruta ajustada no dia 31 de dezembro - são em moeda americana, a valorização do real alivia esse passivo.
A Gol tem ainda 50% das despesas operacionais em dólar, mas grande parte das receitas - cerca de 89% - em reais.
No Itaú BBA, a expectativa é que a Gol tenha um resultado financeiro positivo, de R$ 426 milhões, garantido pelo ganho cambial de R$ 625 milhões entre janeiro e março.
O analista do J.P. Morgan, Fernando Abdalla, diz em relatório a clientes que os custos operacionais da Gol foram contidos pelo petróleo mais barato. Combustível responde por uma fatia de 30% a 40% nas despesas operacionais do setor aéreo, dependendo do câmbio.
Apesar da essencial contribuição do câmbio no balanço da Gol, os bancos destacam que a empresa trará no balanço do primeiro trimestre também melhorias operacionais. O analista do Itaú BBA observa que a Gol está sendo agressiva no corte de capacidade, numa estratégia acertada para ajustar-se à demanda em queda há oito meses - a pior sequência da aviação comercial doméstica em 12 anos.
O Itaú BBA espera que a Gol tenha acelerado os cortes de capacidade, para uma redução de 5,5% na base anual. O banco diz que com a demanda sob pressão e com a prioridade na recuperação do yield [quanto a empresa recebe em média por passageiro embarcado], a taxa de ocupação da Gol deve ter crescido 1 ponto percentual, para 77,1%. "Esperamos cortes mais agressivos se transformando em yields mais elevados, especialmente por meio da suspensão dos voos não rentáveis", diz o analista do Itaú BBA, Renato Salomone.
Os analistas ponderam que o desempenho da Gol no primeiro trimestre representa apenas uma etapa no longo e turbulento voo que a empresa ainda está atravessando para reequilibrar o balanço e escapar de uma concordata, situação que levou a companhia a ter as notas de crédito derrubadas para patamares próximos ao de "default" nas três maiores firmas de rating do mundo - Moody's, Standard & Poor's e Fitch.
Com uma relação entre a dívida bruta ajustada e o Ebtidar que subiu de 6,7 vezes para 12,7 vezes entre 2014 e 2015, a Gol chamou os credores para reestruturar os compromissos. Aos donos de US$ 780 milhões em cinco tipos de bônus em dólar, sem garantia, a Gol oferece três novos papéis, com descontos entre 30% e 70% no ativo dos investidores. Os detentores dessespapéis têm até 1º de junho para dizerem se aceitam ou não o plano. Quem aderir até 17 de maio recebe como vantagem um deságio menor nessa troca.
Mas investidores representados pelas firmas White & Case LLP, Houlihan Lokey, Metrica Investimentos e Pinheiro Guimarães Advogados - donos de 20% do estoque desses papéis - já avisaram que não aceitam a proposta.
Como parte do plano de reestruturação de sua dívida, a Gol já negociou com o Banco do Brasil e o Bradesco, credores de R$ 1,05 bilhão em debêntures, o alongamento por dois anos dos vencimentos do principal, além de mais R$ 300 milhões de linha extra, por mais um ano.
A Gol também reduziu em R$ 550 milhões os pagamentos à Boeing por novos aviões em 2016 por meio do adiamento da entrega de novos modelos. A aérea planeja ainda economizar R$ 220 milhões por meio da renegociação de contratos de arrendamento de aviões. 
 
 
 
 
 

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